Author: Douglas Grant

  • Rastreabilidade total: o valor estratégico da governança em ambientes industriais complexos

    CIGAM Erp Saas o que é

    Imagine a seguinte cena: um lote de componentes críticos falha em uma linha de montagem de um cliente de grande porte. O telefone toca às três da manhã e a pergunta do outro lado é direta: “Onde está o erro e quantos outros produtos foram afetados?”. Se a resposta da sua equipe envolver uma busca frenética por planilhas isoladas ou pastas de arquivo físico, sua empresa não está apenas lidando com um problema técnico, mas com uma crise de governança. Em ambientes industriais complexos, a rastreabilidade total deixou de ser um item de conformidade para se tornar o alicerce da sobrevivência comercial. Não estamos falando apenas de colocar etiquetas de QR Code em caixas. Estamos tratando da capacidade de reconstruir a “genealogia” completa de um produto: desde a origem da matéria-prima e os parâmetros de temperatura da máquina durante o processamento até o operador que assinou o turno e o lote do insumo químico utilizado.

    A espinha dorsal da visibilidade O grande erro estratégico de muitos gestores é enxergar o ERP apenas como uma ferramenta contábil ou de faturamento. Na prática, quando bem implementado e integrado ao chão de fábrica, o sistema funciona como o sistema nervoso central da operação. A governança surge quando os dados param de ser registros estáticos e passam a ser fluxos vivos. Quando integramos o controle de estoque com a gestão de produção, criamos um rastro digital inquebrável. Se um fornecedor envia um aço com teor de carbono fora do especificado, o sistema deve ser capaz de bloquear aquele lote antes mesmo que ele entre na prensa. Isso é governança preventiva. Se o material já passou, a rastreabilidade permite que o gestor saiba exatamente quais ordens de produção (OPs) foram impactadas, evitando o pesadelo de um recall massivo e indiscriminado que destruiria a margem de lucro do semestre. O caso real: do caos à precisão Pense em uma indústria de processamento de polímeros que enfrentava altos índices de refugo. O diagnóstico inicial apontava para falha humana. No entanto, ao aprofundar a rastreabilidade através da integração entre o sistema de gestão e os sensores das máquinas (IoT), a diretoria descobriu um padrão invisível: a variação de qualidade ocorria sempre que um lote específico de pigmento de um fornecedor secundário era utilizado em dias de alta umidade relativa do ar.

    Sem a centralização de informações e a análise de dados cruzados, a empresa continuaria demitindo operadores e trocando peças de máquinas sem resolver o problema raiz. A tecnologia trouxe à tona o que o olho humano não conseguia correlacionar. A eficiência operacional subiu 22% em seis meses simplesmente porque a tomada de decisão passou a ser baseada em evidências, não em “feeling”. A cultura da rastreabilidade Implementar esse nível de controle exige mais do que software; exige uma mudança de mentalidade. A governança eficaz depende de: Padronização de processos: A entrada de dados precisa ser rigorosa. Informação mal inserida é ruído que gera decisões erradas. Integração de silos: Comercial, compras, produção e logística precisam falar a mesma língua dentro da mesma plataforma.

  • O paradoxo da inovação: por que a tecnologia falha onde falta maturidade de processos

    CIGAM sistema de gestão integrado como funciona

    A sala de reuniões estava silenciosa, mas o barulho lá fora, no chão de fábrica, dizia o contrário. Roberto, o CEO de uma indústria têxtil de médio porte, olhava para o painel de Business Intelligence (BI) projetado na parede. Os gráficos, que deveriam ser bússolas para o crescimento, eram uma colcha de retalhos de dados inconsistentes. Ele havia investido uma pequena fortuna em um ERP de última geração, contratado consultores de renome e digitalizado cada centímetro da operação. No papel, a empresa vivia a Transformação Digital. Na prática, os atrasos nas entregas batiam recordes e o controle de estoque parecia um enigma indecifrável. O que Roberto estava vivenciando é o que chamo de o paradoxo da inovação: a crença perigosa de que o software tem o poder de consertar o que a gestão negligenciou. Muitas vezes, gestores buscam a tecnologia como um analgésico para dores estruturais. A ideia de que “precisamos de um CRM para vender mais” ou “um ERP vai organizar nossa produção” é uma armadilha clássica. A tecnologia não cria ordem; ela amplifica o que já existe. Se você automatiza um processo confuso, o resultado será apenas uma confusão mais rápida e cara. Lembro-me de um caso emblemático em uma distribuidora de peças automotivas. Eles implementaram um sistema robusto de gestão de pedidos e automação de vendas. O investimento foi pesado. Meses depois, o índice de devoluções disparou.

    Ao mergulharmos no dia a dia, descobrimos que, embora o sistema fosse impecável, não havia uma padronização na conferência física das mercadorias. Os funcionários, sob pressão, ignoravam as etapas de validação no coletor de dados porque o fluxo de trabalho desenhado no software não condizia com a realidade física do armazém. O sistema dizia uma coisa, a prateleira dizia outra. A falha não era do código, era da maturidade. Para que a integração de sistemas e a digitalização de processos realmente gerem eficiência operacional, é preciso dar um passo atrás. Antes de apertar o botão “instalar”, é vital olhar para a governança corporativa e para o mapeamento dos fluxos. Quem é o dono do dado? Como a informação flui entre o comercial e o financeiro sem se perder em planilhas paralelas? Sem essa clareza, o ERP vira um depósito de lixo digital. O sucesso da tecnologia empresarial reside na harmonia entre três pilares: pessoas, processos e ferramentas — exatamente nessa ordem. Quando a maturidade de processos é baixa, a resistência humana aumenta.

    O colaborador que não entende o “porquê” de preencher um campo novo no CRM verá a ferramenta como um fardo, não como um aliado. Ele vai encontrar um jeito de burlar o sistema, e sua tomada de decisão baseada em dados estará comprometida por informações fantasmas. A verdadeira transformação digital não começa no departamento de TI, mas na cultura de processos da diretoria. Significa ter a coragem de admitir que a casa precisa ser arrumada antes de ser automatizada. Significa definir indicadores de desempenho (KPIs) que façam sentido para a realidade do negócio, e não apenas porque o software oferece centenas de opções de relatórios. No fim das contas, Roberto entendeu que o software não era o problema. O problema era que ele tentou instalar um motor de Ferrari em um carro que ainda estava com as rodas quadradas. Ele pausou as novas implementações, voltou ao básico da gestão de estoque e treinou sua equipe para entender o valor da rastreabilidade. Só então a tecnologia começou a brilhar.

  • Envelhecimento e sistema urinário: como manter a funcionalidade do trato inferior após os 60 anos

    Nefrectomia Robótica
    A transição para a sétima década de vida impõe alterações fisiológicas inevitáveis no sistema urinário. Com o passar do tempo, o tecido prostático tende a sofrer hiperplasia, enquanto a bexiga perde gradualmente a complacência de suas paredes musculares. Não se trata de uma falência orgânica, mas de uma adaptação funcional que exige maior atenção clínica e ajustes preventivos para evitar que desconfortos pontuais se transformem em quadros crônicos de retenção ou incontinência. O papel da próstata e a dinâmica miccional A Hiperplasia Prostática Benigna (HPB) é, sem dúvida, a alteração mais prevalente entre homens acima dos 60 anos.

    O crescimento glandular, embora não maligno, impacta diretamente o fluxo urinário ao comprimir a uretra prostática. Quando um paciente relata que precisa acordar três ou quatro vezes durante a noite para urinar, ou que o jato tornou-se fraco e entrecortado, estamos observando os sintomas do trato urinário inferior (LUTS). O diagnóstico preciso não se baseia apenas na percepção subjetiva do paciente. O uso de exames como o IPSS (Escore Internacional de Sintomas Prostáticos) aliado ao ultrassom de vias urinárias com avaliação do resíduo pós-miccional é o padrão-ouro para medir o quanto a bexiga está sendo exigida.

    Quando o resíduo supera volumes críticos, o risco de infecções urinárias de repetição e o comprometimento da função renal tornam-se riscos reais que demandam intervenção medicamentosa ou cirúrgica. Alterações na bexiga e a urgência urinária Diferente da próstata, a bexiga envelhece de forma silenciosa. A perda de elasticidade do músculo detrusor diminui a capacidade de armazenamento, enquanto a inervação local pode se tornar hiperativa. É comum que homens ignorem a urgência urinária, acreditando ser apenas uma característica da idade. Contudo, essa necessidade súbita e incontrolável de urinar pode mascarar quadros de bexiga hiperativa ou mesmo cálculos vesicais, que se formam mais facilmente quando o esvaziamento não é completo.

  • A armadilha do repouso: quando a segurança da poupança se torna o maior risco do seu patrimônio

    Abra sua conta
    Imagine que você acaba de trancar seu capital em um cofre blindado, enterrado a dez metros de profundidade. Para muitos, esse cenário evoca uma sensação imediata de alívio; afinal, o dinheiro está “seguro”. No entanto, no universo das finanças estratégicas, esse repouso é um movimento de autodestruição silenciosa. O que a maioria das pessoas chama de segurança — a tradicional caderneta de poupança — é, na verdade, um dreno de poder de compra que atua 24 horas por dia. A segurança percebida na poupança é uma ilusão cognitiva. Enquanto você dorme acreditando que seu patrimônio está preservado, a inflação atua como uma taxa invisível, corroendo o valor real de cada nota de real. Se o rendimento do seu investimento não supera o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) somado aos custos de oportunidade, você não está poupando; você está perdendo dinheiro com uma velocidade controlada.

    O paradoxo da proteção e a erosão invisível Para entender a gravidade do cenário, olhemos para um exemplo prático: considere alguém que manteve R$ 100.000,00 na poupança nos últimos cinco anos. Embora o saldo nominal no extrato tenha aumentado levemente devido aos juros baixos, o poder de compra desse montante em relação a bens de capital, imóveis ou até itens básicos de consumo despencou. O que esse investidor comprava com R$ 100 mil em 2019, hoje exige um aporte significativamente maior. O erro estratégico aqui é confundir volatilidade com risco. A poupança não tem volatilidade (o número nunca cai), mas tem um risco altíssimo de perda de patrimônio real. Já um CDB de liquidez diária que paga 100% do CDI ou um título do Tesouro Selic oferecem a mesma segurança institucional (garantida pelo FGC ou pelo Estado), mas com uma eficiência matemática muito superior.

    Manter o dinheiro no “repouso” da poupança é, em última análise, aceitar um prejuízo certo em troca de um conforto psicológico caro demais. A transição para a maturidade financeira Sair dessa armadilha exige uma mudança de mentalidade: do “guardador de dinheiro” para o “alocador de capital”. A organização financeira pessoal não deve focar apenas no controle de gastos, mas na otimização da renda. Renda Fixa Inteligente: Em vez da poupança, explore letras de crédito como LCI e LCA. Elas são isentas de Imposto de Renda e, para o investidor pessoa física, representam um salto imediato de rentabilidade sem abrir mão da segurança.

  • O que o halving realmente representa para o minerador

    Imagine o silêncio tenso em um galpão industrial no Texas ou no Paraguai no exato segundo em que o bloco do Halving é minerado. Para o investidor de varejo, é um evento de celebração, quase um feriado religioso que promete valorização futura. Para o minerador, no entanto, é o momento em que seu modelo de negócios sofre um choque anafilático imediato: a receita cai pela metade, mas a conta de luz permanece exatamente a mesma. Muitos analistas focam na escassez do ativo, mas esquecem que o Halving é, essencialmente, um mecanismo de purga industrial. Ele não serve apenas para reduzir a inflação do Bitcoin; ele serve para eliminar a ineficiência da rede. Do ponto de vista estratégico, encarar esse evento requer muito mais do que esperança de que o preço suba (“number go up”). Exige uma reestruturação completa do OpEx (despesas operacionais) e do CapEx (despesas de capital). Vamos olhar para a matemática fria, longe da euforia do Twitter. Considere um cenário real de uma operação de médio porte rodando com máquinas da geração anterior, digamos, Antminer S19j Pros, com uma eficiência de cerca de 30 J/TH (joules por terahash). Se o custo de energia dessa operação for de US$ 0,06 por kWh, antes do Halving, a margem de lucro era confortável. No minuto seguinte ao corte da recompensa, essa máquina pode passar a operar no prejuízo ou no breakeven (ponto de equilíbrio), a menos que o preço do Bitcoin dobre instantaneamente — o que raramente acontece no curto prazo. Aqui entra a estratégia de “sobrevivência do mais apto”. O minerador profissional não reage ao Halving no dia do evento; ele começa a se preparar dois anos antes. A estratégia vencedora foca na eficiência energética, medida em J/TH, e não apenas no poder de processamento bruto. É uma corrida armamentista. Quem não atualizou sua frota para equipamentos de última geração (como as séries S21 ou equivalentes, que buscam eficiências abaixo de 17 J/TH) ou não travou contratos de energia (PPAs) a preços irrisórios, torna-se a liquidez de quem se preparou. O que vemos pós-Halving é frequentemente uma capitulação dos mineradores ineficientes. Eles são forçados a desligar suas máquinas. Quando isso acontece, a dificuldade da rede ajusta-se para baixo, permitindo que os mineradores sobreviventes — aqueles com capital, planejamento e energia barata — capturem uma fatia maior dos blocos restantes. É um jogo de soma zero brutal no curto prazo. O Halving transfere Bitcoin das mãos dos mineradores fracos (que precisam vender tudo para pagar a luz) para os mineradores fortes (que podem se dar ao luxo de acumular parte da produção). Além do hardware, há uma mudança fundamental na composição da receita. Historicamente, a subvenção do bloco (os novos BTCs criados) era tudo o que importava. Com cada Halving, essa subvenção diminui, forçando o mercado a olhar para as taxas de transação (fees). Estamos vendo uma transição estratégica onde a mineração deixa de ser apenas sobre a emissão de moeda e passa a ser sobre a venda de espaço no bloco. O surgimento de novos usos para a blockchain do Bitcoin, como Ordinals e tokens BRC-20, ou mesmo a demanda por liquidação de Layer 2, não é apenas “ruído” técnico; é a tábua de salvação econômica para mineradores em um mundo pós-halving. A estratégia de longo prazo agora depende de modelar cenários onde as taxas de transação compõem 20%, 30% ou até 50% da receita total. Portanto, para quem está na trincheira operando datacenters de megawatts, o Halving não é uma festa de lançamento. É um teste de estresse financeiro. Ele expõe quem estava alavancado, quem negligenciou a gestão de tesouraria e quem dependia exclusivamente da alta do ativo para manter as luzes acesas.

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  • Qual o preço do seguro residencial para não ocupantes de uma casa isolada?

    Entenda mais

    O preço do seguro PNO é geralmente mais alto para uma casa isolada do que para um imóvel em regime de copropriedade, uma vez que este último já está coberto pelo seguro do inquilino e pelo seguro do administrador fiduciário. No entanto, o seguro PNO continua sendo menos caro do que o seguro residencial obrigatório para proprietários-moradores. O seguro para proprietários não residentes (PNO, na sigla em inglês) custa em média 150 euros por ano.

    Os critérios considerados no cálculo do preço deste seguro PNO para casas unifamiliares são: a localização da casa; a área da superfície da casa; o valor dos móveis no caso de um aluguel mobiliado. No entanto, os prêmios do seguro PNO são dedutíveis da renda imobiliária (exceto no regime de micropropriedade) e dos lucros industriais e comerciais de aluguéis mobiliados. O pagamento deste seguro é de responsabilidade do proprietário; não pode ser cobrado do inquilino. O seguro para proprietários não residentes só é obrigatório para casas unifamiliares hipotecadas.

    No entanto, é altamente recomendável segurar a casa quando não houver inquilino ou para cobrir os bens não cobertos pelo seguro multirrisco do inquilino. Para reduzir o custo desse seguro, proteger seus locadores e cumprir seu dever de orientá-los, você pode oferecer a eles um seguro para proprietários não residentes especificamente desenvolvido para imobiliárias. Isso proporciona uma cobertura ideal a um preço competitivo em comparação com apólices de seguro individuais. De fato, como administrador de imóveis, você é obrigado a informar seus locadores sobre suas obrigações: seguro, inspeções obrigatórias, etc. Em caso de descumprimento, eles podem responsabilizá-lo pelo seu seguro de responsabilidade civil profissional!

  • O que é a matrícula do imóvel e por que ela é o “RG” da propriedade

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    Se você está entrando no mundo imobiliário — seja para comprar, vender ou investir — já deve ter ouvido que a matrícula é o documento mais importante de uma casa ou terreno. Mas você sabe por que ela recebe o apelido de “RG” do imóvel? Neste artigo, vamos direto ao ponto para explicar a importância desse registro e por que ele é indispensável em qualquer negociação. O que é a matrícula do imóvel? A matrícula é o registro oficial e individual de uma propriedade no Cartório de Registro de Imóveis. Cada imóvel possui um número de matrícula exclusivo, que funciona como uma certidão de nascimento e um histórico completo de tudo o que já aconteceu com aquele bem. Diferente da escritura (que é o contrato de compra e venda), a matrícula é o documento que prova, de fato, quem é o dono e qual é a situação jurídica atual do imóvel. Por que ela é o “RG” da propriedade? A analogia com o RG não é por acaso. Assim como o nosso documento de identidade nos identifica de forma única, a matrícula traz todas as características que individualizam o imóvel. Nela, você encontra informações como: Descrição detalhada: Localização exata, metragens e confrontações (quem são os vizinhos). Histórico de proprietários: Todos os nomes de quem já foi dono do imóvel desde a sua criação. Alterações no bem: Se houve construção, demolição ou desmembramento do terreno. Ônus e gravames: Aqui mora o perigo ou a segurança. A matrícula revela se o imóvel possui dívidas, penhoras, hipotecas ou se está alienado a um banco (financiamento). A importância para corretores e investidores Para quem atua no mercado imobiliário, a matrícula é a ferramenta de segurança máxima. Antes de fechar qualquer negócio, é indispensável solicitar uma Certidão de Matrícula Atualizada (também conhecida como certidão de inteiro teor). É através dela que o corretor garante que o vendedor é realmente o proprietário legal e que não existem impedimentos jurídicos que possam travar a venda ou causar prejuízos ao comprador no futuro. Lembre-se da máxima do setor: “Só é dono quem registra”. Sem o nome na matrícula, você tem apenas a posse, não a propriedade definitiva. Por isso, mantenha sempre a documentação em dia e consulte a matrícula antes de qualquer investimento!

  • Investir em terrenos: Vantagens e riscos a longo prazo

    Acesso Aqui

    Muitas pessoas, quando pensam em investimento imobiliário, focam imediatamente em casas ou apartamentos. No entanto, o terreno é a “matéria-prima” do mercado e representa uma das formas mais sólidas de construir patrimônio. Se você busca segurança e valorização, entender as nuances desse ativo é fundamental. As Vantagens de Investir em Lotes O investimento em terrenos é conhecido pela sua estabilidade. Entre os principais benefícios, destacam-se: 1. Potencial de Valorização: À medida que a cidade cresce e a infraestrutura chega a novas regiões, o valor do metro quadrado tende a subir de forma expressiva. 2. Baixo Custo de Manutenção: Diferente de um imóvel construído, o terreno não exige gastos com reformas, pintura, vazamentos ou contas de consumo. Os custos principais resumem-se ao IPTU e à limpeza periódica. 3. Segurança Patrimonial: É um bem físico que não sofre depreciação da mesma forma que uma construção. Em tempos de instabilidade econômica, o terreno é um “porto seguro”. 4. Flexibilidade: Você tem a liberdade de decidir o melhor momento para construir ou revender, adaptando o projeto ao que o mercado estiver demandando no futuro. Os Riscos e Desafios no Longo Prazo Apesar das vantagens, o investidor precisa estar ciente dos pontos de atenção: 1. Baixa Liquidez: Diferente de ações ou fundos, vender um terreno pode levar meses ou até anos. Não é o investimento ideal para quem pode precisar do dinheiro com urgência. 2. Ausência de Renda Imediata: Enquanto um apartamento pode ser alugado logo após a compra, o terreno vazio não gera fluxo de caixa mensal, a menos que seja utilizado para fins específicos (como estacionamentos ou locação comercial de pátio). 3. Mudanças no Zoneamento: Alterações nas leis municipais podem afetar o que pode ou não ser construído na área, impactando diretamente o valor de revenda. Conclusão Investir em terrenos é uma estratégia de paciência. Para o sucesso da operação, o segredo está na localização e na análise do potencial de crescimento da região. Antes de fechar negócio, verifique a documentação e o Plano Diretor da cidade. Com a escolha certa, o lote de hoje será o grande lucro de amanhã.

  • Do caos à governança: o papel da contabilidade consultiva na transição do operacional para o estratégico

    Você já teve a sensação de que sua empresa é um avião sendo pilotado sem painel de controle? No início de qualquer negócio, seja uma prestadora de serviços ou um comércio em expansão, o foco do empreendedor costuma ser a sobrevivência: vender, entregar e pagar os boletos. O problema é que, sem perceber, muitos empresários ficam presos no que chamamos de “caos operacional”. É aqui que a contabilidade deixa de ser apenas aquela guia de imposto que chega por e-mail e se torna a engrenagem central da governança.

    A transição do operacional para o estratégico começa quando entendemos que o CNPJ não é apenas um registro, mas uma estrutura jurídica que precisa de proteção. Escolher entre uma Sociedade Limitada Unipessoal (SLU) ou uma LTDA não é apenas uma formalidade burocrática; é o primeiro passo para blindar o patrimônio pessoal e organizar a sucessão ou entrada de sócios. O peso das escolhas tributárias Muitos acreditam que o Simples Nacional é sempre o melhor caminho por causa do nome. Na prática, a realidade é mais complexa. Imagine um médico ou um engenheiro que atua como autônomo e decide abrir uma empresa para reduzir a carga tributária (que na pessoa física chega a 27,5%).
    Acessoria tributaria em curitiba Paraná
    Se ele for enquadrado incorretamente no Simples Nacional, sem considerar o “Fator R”, pode acabar pagando 15,5% de imposto logo de cara. Com uma contabilidade consultiva, ele descobre que, ao ajustar o seu Pró-labore para representar 28% do faturamento, essa alíquota cai para 6%. Essa economia não é “mágica”, é planejamento tributário técnico. A diferença entre o Lucro Presumido e o Simples Nacional pode representar o valor de uma nova contratação no final do ano. Quando o contador atua de forma estratégica, ele analisa se a empresa está pagando impostos federais (PIS, COFINS, IRPJ, CSLL) de forma otimizada ou se há espaço para recuperação tributária, especialmente em itens com tributação monofásica.

    Da folha de pagamento à distribuição de lucros A gestão de pessoas é outro ponto onde o caos costuma reinar. O departamento pessoal não serve apenas para gerar o holerite. Uma governança sólida exige que a distinção entre Pró-labore e Distribuição de Lucros seja clara. Pró-labore: É o salário do sócio que trabalha. Sobre ele incide INSS e IRRF. Distribuição de Lucros: É a remuneração pelo capital investido. Se a contabilidade estiver em dia e a empresa apresentar lucro contábil, essa distribuição é isenta de imposto de renda. Misturar as contas pessoais com as da empresa é o erro fatal que impede a visão dos indicadores financeiros. Sem essa separação, o fluxo de caixa se torna uma ficção e o empresário nunca sabe se o negócio é realmente rentável ou se ele está apenas “trocando figurinha”.

  • O que é o fornecimento circulante vs fornecimento máximo

    O que é o fornecimento circulante vs fornecimento máximo Ao entrar no mercado cripto para comprar Bitcoin ou Ethereum, você encontrará diversos dados estatísticos. Dois dos mais importantes para qualquer investidor são o fornecimento circulante e o fornecimento máximo. Entender a diferença entre eles é essencial para avaliar a escassez e o potencial de valorização de uma criptomoeda. O que é o Fornecimento Circulante? O fornecimento circulante (circulating supply) refere-se à quantidade de moedas ou tokens que estão atualmente disponíveis no mercado e podem ser negociados. É esse número que utilizamos para calcular a Capitalização de Mercado (Preço Atual x Fornecimento Circulante). Moedas que estão presas em carteiras de desenvolvedores, bloqueadas em contratos inteligentes (staking) ou que ainda não foram mineradas não entram nesta conta. O que é o Fornecimento Máximo? O fornecimento máximo (max supply) é o limite absoluto de moedas que existirão na história de um projeto. O exemplo mais famoso é o Bitcoin, que possui um fornecimento máximo de 21 milhões de unidades. Uma vez que esse número for atingido, nenhuma nova moeda poderá ser criada. Isso gera o que chamamos de “escassez digital”, um dos principais motivos pelos quais investidores compram Bitcoin como reserva de valor. Vale notar que nem todas as criptomoedas possuem um fornecimento máximo.

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    O Ethereum, por exemplo, não tem um limite fixo, mas utiliza mecanismos de “queima” de taxas para controlar sua inflação. Por que isso importa para você? A relação entre esses dois números indica o quão “inflacionário” um ativo pode ser: 1. Escassez: Se o fornecimento circulante já está próximo do máximo, a pressão de venda vinda de novas moedas entrando no mercado é menor. 2. Diluição: Se uma criptomoeda tem apenas 10% do seu fornecimento total em circulação, o lançamento de novas moedas no futuro pode diluir o valor das que você possui hoje. Dica de ouro: Antes de investir, verifique sempre o CoinMarketCap ou CoinGecko. Se a diferença entre o circulante e o máximo for muito grande, pesquise quando as novas moedas serão liberadas no mercado. Investir com consciência sobre a oferta e a demanda é o primeiro passo para o sucesso no mercado cripto!